Olá Blooming Worlders!
Faz exactamente um ano que decidimos partir para uma vertiginosa, no entanto maravilhosa aventura de 3 dias que gostava de partilhar convosco. Uma viagem com um destino que ambos sempre sonhamos (e adoramos) de conhecer – Roma.

É claro que ao chegar ao aeroporto, não poderíamos não ter surpresas. Depois de tomar o pequeno almoço no McDonalds do aeroporto (é uma coisa já nossa), comprarmos uns óculos de sol de desenrasque (que literalmente se suicidaram poucos segundos depois de sairmos de casa), dirigir-nos ao Gate de embarque e estar, literalmente, a 10 metros do avião os amáveis funcionários da ANA pediram-nos para que regressássemos ao Terminal 2. Ninguém, de facto, achou estranho que já passava da hora de partida do voo e ver um dos pilotos a sair do avião com cara triste e pedir assistência a uma das funcionários da ANA e, passados poucos minutos regressar com a mesma expressão facial e um tabuleiro cheio de cafés do McDonalds para toda a tripulação de bordo.

As nossas viagens nunca seriam iguais se não houvesse qualquer tipo de greve que atrasasse ou cancelasse os voos. Desta, foi a vez do pessoal de assistência de bagagem nos aeroportos de Itália. Contudo a sorte teve um pouco de compaixão e, em vez de partirmos as 11 da manhã, iniciamos a nossa viagem de Lisboa em rumo à Roma às 13:35.

Ryanair Blue Sky

A viagem correu lindamente, bem… tirando a minha aflição com vertigens e sentar-me ao lado da janela, claramente não foi uma das melhores ideias. Em poucos minutos a sorridente tripulação começou a oferecer (em troca de euros e cartões de multibanco dos passageiros) snacks, bebidas e outro tipo de alimentação. É claro que não resistimos ao panini de fiambre e mozzarella  acompanhado pelo belíssimo cappuccino acabadinho de fazer com a utilização do mais difícil método de preparação que consiste na mestria de mistura de  pó com água quente.

Duas horas e meia depois, Uma pancada por baixo do avião seguida de uma bruta travagem, indicaram a aterragem na pista do Aeroporto Ciampino. Saímos a correr do avião, para conseguirmos levantar os nossos Roma Pass no balcão de informações que fechava às 18h.

As primeiras impressões da cidade não foram das melhores. Ao sair do aeroporto e a entrar num autocarro da rede dos transportes públicos de Roma, deparámo-nos com a típica realidade romana – sujidade e lixo por todo o lado. Um cenário bizarro que os nossos olhos tentaram ignorar durante toda a permanência na cidade. Depois de paisagens que se diversificavam entre típicas casinhas italianas, campos agrícolas, zonas industriais e feiras de ciganos e, ainda, quase uma hora de metro chegámos, por fim, à estação Ottoviano – um bairro central e cheio de vida (mesmo à noite).

Finalmente chegamos ao B&B Ely Ai Musei Vaticani que, para nossa surpresa, se revelou um agradável local para passar um fim-de-semana romântico em Roma. O nosso quarto situava-se no 5º e último andar e oferecia uma pequena varanda com a vista para o Musei Vaticani e os prédios em tons de amarelo e laranja a estilo toscano que, sem qualquer dúvida, alegravam a vista. Assim que abrimos os vermelhos portões da varanda, deparámo-nos com o vizinho do prédio em frente a felicitar-nos orgulhosamente sob forma de estátua de príncipe helenístico de cuecão branco em tons acinzentados.

Italy Ottoviano

Como há imensa coisa a contar, no meu próximo post irei partilhar a nossa primeira aventura do dia de chegada, acompanhada por umas belas fotografias.

Por isso, estejam atentos!

Beijinhos;
Blooming Blonde

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