BLOOMING IN PARIS DIA 3 & DIA 4

Olá Blooming Worlders,

Bem, é o último dia em Paris e deixámos, sem dúvida, o melhor para o final: Museu do Louvre e as Torres de Notre Dame!

Depois de andar a passear cerca de 17 km no dia anterior, pensei que não iríamos sequer nos levantar da cama. De alguma forma, conseguimos ter energia para sair e explorar os monumentos que nos faltavam.

Tomámos o pequeno almoço num belo café. (Não me lembro do nome, mas tinha uma decoração invulgar: gatinhos por todo o lado).

Seguimos para o Museu do Louvre e o que posso dizer acerca deste local? É mesmo muito, muito,muito bonito. É tão grande que, literalmente, nos perdemos lá dentro e entramos em pânico ao procurar a saída, sendo arrastados, entretanto, por uma multidão de visitantes.

Quando, finalmente, conseguimos sair do museu, fomos até às Torres  de Notre Dame. Bem, a verdade é que a vista é deslumbrante sobre a cidade de Paris. No entanto, havia, mais uma vez, tanta gente nas torres. As pessoas empurravam umas as outras e para ser honesta para quem ter medo de alturas, subir os 387 degraus e tentar atravessar as torres de uma ponta à outra, esta revelou-se uma experiência bastante traumática.

Também visitamos a Sainte-Chapelle e vimos o por do sol da Ponte de la Tournelle, o que foi bastante bonito e romântico.

Dia 4 – O Caos!

O dia seguinte estava a prever algo muito inesperado!
À chegada ao Aeroporto, vimos uma enorme fila de pessoas que estavam à espera para ser atendidos nos balcões de companhias aéreas. A tabela mostrava que muitos dos voos tinham sido cancelados devido à greve dos controladores aéreos. Sentimos um alívio quando vimos que o nosso voo continuava programado. Passamos a segurança e dirigimo-nos ao gate. Cinco minutos antes de embarcar, foi nos dito que o nosso voo também seria cancelado e teríamos de voltar para junto dos balcões de companhia aérea para obter todas as informações necessárias.

Depois de duas horas na fila, o empregado da companhia aérea, que estava a mastigar a sua sandocha (coitados tinham de almoçar e jantar atrás do balcão para poder atender toda a gente), disse-nos que restavam apenas dois bilhetes para o voo do dia seguinte à mesma hora. O que significava passar mais 24 horas em Paris. Não havia nada a fazer e, por isso, aceitamos. Os nosso bilhetes foram re-emitidos e começamos procurar por um hotel perto do aeroporto.

Nop, nada….

Não tivemos sorte. Todos os hotéis na área ou já estavam cheios ou pediam um preço ridículo por uma noite. Não havia nada a fazer a não ser passar a noite no aeroporto. Tudo o que digo é que foi bastante difícil, mas felizmente existia um McDonald’s naquele aeroporto! Tinha tudo para ajudar a passar o tempo de espera no aeroporto: Wi-Fi gratuito, tomadas em cada mesa para carregamento dos telemóveis, tablets e computadores e, claro, comida! Tomámos uns 3 ou 4 menus de pequeno-almoço naquele dia. (Simplesmente adoramos os Egg McMuffin®!). O tempo demorava a passar e já nem sabíamos o que fazer. (Em 24 horas consegue-se memorizar preços de todas as lojas no aeroporto, só para ter alguma coisa para fazer).

Portanto, 28 horas depois estávamos, finalmente em casa! Cansadíssimos, mas sãos e salvos.

E vocês? Têm alguma história parecida para partilhar comigo?

Beijinhos,

Blooming Blonde

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